
Os rumos da mídia. O futuro da publicidade.
Mídia vem do latim "MEDIA" que é a palavra determinada para significar o plural de meios.
Desde os tempos mais remotos o homem busca formas para se comunicar e propagar mensagens.
Pinturas rupestres nas paredes de cavernas, hieróglifos nas Pirâmides do Egito,a escrita em pedras como os 10 mandamentos recebidos por Moisés, sem falar nos antigos arautos, homens de voz potente que em lugares altos proclamavam as notícias de reinos e condados.
O homem tem uma extraordinária capacidade para descobrir novos meios de comunicação e expressão.
Veio a imprensa, o telégrafo e o telefone, depois o rádio e o cinema; em meados do século XX a televisão, depois os computadores, celulares, internet e etc.
Hoje somos abordados por uma gama tão variada de mídias que o próprio mercado de comunicação e publicidade com o passar do tempo se incumbe de ir limpando os rastros de saturação e poluição da comunicação.
Um forma natural de selecionar meios mais modernos e com tecnologia mais avançada.
Os profissionais da propaganda e do marketing de comunicação empresarial tem uma grande responsabilidade na efetivação e na seleção e aceitação de novos meios bem como, na exclusão daqueles que não devem mais permanecer.
O profissional de mídia nos dias de hoje tem por obrigação, estar atualizado e acompanhar os rumos tecnológicos dos meios de informação e buscar apresentar em seus projetos e planos os melhores caminhos para o cliente se comunicar com o mercado, e não os mais rentáveis para agências e veículos como normalmente acontece.
No mundo inteiro o meio Rádio ainda é o mais popular, suas fronteiras são praticamentes inexistentes além do menor custo operacional.
Em seguida temos a televisão e os meios impressos e entre eles podemos incluir o Outdoor, forma genérica para nos referirmos à mídia exterior.
E hoje certamente a internet e os celulares multi-uso são os meios mais avançados e que crescem em produção e propagação numa velocidade avalaçadora.
Mas, como nos deparar como a seletividade em curso?
Quais os rumos que os meios tradicionais tomarão?
A mídia exterior aos poucos vai desaparecendo no seu formato tradicional, nas cidades com legislações contra a poluição visual este meio praticamente está extinto.
O jornal talvez seja o meio mais defasado, pois por uma mera questão de produção e execução, ele está 24 horas atrasado em relação às informações que serão publicadas em suas edições.
A televisão busca atrair público não só apresentando modelos de aparelhos mais funcionais e modernos, mas também se aprimorando e se mantendo atualizada na qualidade de informação.
Certamente a Internet e os celulares no formato smartphone são os meios que mais evoluiram nos últimos tempos, ganhando espaço mesmo nas camadas da sociedade com baixo poder aquisitivo.
Se fizermos uma avaliação rápida em torno de nossa própria vida, iremos verificar que o número de leitores de mídia impressa cai vertiginosamente, que os ouvintes de rádio migraram rapidamente para os Ipods onde eles mesmos podem selecionar e qualificar aquilo que querem ouvir.
Nas residências a audiência dos telejornais é absolutamente decrescente pois a maioria já chega ao horário da programação com o conhecimento da informação que foi buscada na Internet durante o dia.
Estamos numa nova fase de seleção de meios, uma revolução cultural silenciosa e devemos estar cientes que não é a tecnologia embarcada que determina o rumo que determinada mídia irá tomar, mas sim, a rapidez, qualidade e quantidade do conteúdo da informação que fará esta seleção excluir meios obsoletos e aceitar meios mais produtivos.
Temos uma grande responsabilidade nas mãos, todos nós homens de comunicação, da propaganda e do marketing.
Avaliar corretamente a qualidade e eficiência do meio deve ser nosso caminho natural, devemos nos desprender do mercantilismo, dos vícios de mercado, das mesmisses dos planos de mídia.
Os meios de comunicação incluindo as mídias informativas e de entretenimento passam por esta revolução e nós fazemos parte deste processo.
Talvez em muito pouco tempo, a mídia impressa terá desaparecido totalmente; o conceito de rádio como conhecemos, será outro, sendo absorvido pelos Ipods e celulares multifuncionais; a televisão fatalmente se transforme num meio exclusivamente dedicado ao entretenimento e a Internet vire o grande agregador de mídias, pois nela e por ela passam todas as informações em formato de vídeo, áudio e escrita que nos alimentam dia após dia.
Recicle seus conceitos e evolua com o mercado
Por: George Geara / Rádio Agência
Registro de Federação que reúne empresas de Rádio e TV é aprovado
O Ministério do Trabalho aprovou o processo de registro da FENAERT, Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão.
O presidente da entidade, Ary Cauduro dos Santos, disse que recebeu o comunicado, informando que o processo de registro foi aprovado, após análise da Assessoria de Relações do Trabalho. Como não houve nenhum registro de impugnação enquanto transcorriam os prazos legais, a entidade foi reconhecida legalmente.O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, convidou a diretoria da entidade a receber o documento do registro, em ato solene programado para hoje, quinta-feira (13/12), às 15h, no prédio do Ministério, em Brasília/DF.
Por: Fausto Silva / Rádio Agência